Um Colega de Profissão fez uma Lista de nomes de Colegas de profissão q se reuniram na casa de colegas de profissão para “apoiar” um determinado candidato de oposição.
Me soou bastante irônico.
Haja visto q o tal dono da Página é declaradamente situação. E tbm pelo Tom usado.
Me senti bastante ofendido!
Aliás, como me sinto nos tempos de hoje!!
Esse soldados da Situação… Patrulheiros Vermelhos… Gente Xiita, completamente Cega e com um discurso enraizado na segunda metade do século Passado, onde só existe Companheiro e Inimigo, onde só existe o mundo contra nós, onde só existe certo e errado, verdade absoluta e mentira… sem nenhuma vergonha de mascarar o óbvio, cujo principal objetivo é propagandear a mesmice canalha q assalta o Pais, ( Quadrilha Sim!!!! ) ao invés de colocar o dedo na própria ferida e alinhar o discurso feito há mais de 25 anos na oposição e lutar contra a safadeza histórica de Brasília de forma limpa e Corajosa!!!
( E aqui Faço uma ressalva pois parte disso é fruto de uma luta asfixiante contra a manipulação da mídia criminosa q insiste em não ser isenta! Mídia manipuladora q muitas vezes máscara fatos de acordo com seus interesses escusos e transforma o Povo em Massa de manobra!!! )
Caro Colega,
Tem algum problema em se fazer escolhas? Qnd se fizer uma reunião de apoio ao Eduardo e a Dilma vai ter listinha irônica?
Meu Candidato não é o referido “apoiado” ( ainda… Sei lá!… )
Não Importa!!!
O q me constrange é a impossibilidade de escolhas democráticas sem q isso soe irônico!!!
O referido colega, pela idade q tem e experiência e Inteligencia, deveria louvar a capacidade e a necessidade de se pensar diferente, incentivando não a se pensar da mesma forma fazendo escolhas iguais as suas próprias e sim na capacidade maravilhosa que cada indivíduo tem de fazer escolhas conscientes e politizadas de seus candidatos!!!!
Não me interessa dizer em quem eu votarei!!!!
Me interessa dizer q cada um precisa ser capaz de fazer suas próprias escolhas!!!!! E que se tiver oportunidade de um encontro com quem quer q seja para elucidar suas dúvidas ou confirmar certezas q seja feito e nesse momento as pessoas não terão minha crítica e sim minha admiração e meu Respeito!!!
Fica a dica caro Colega…=” ‘>
“Sempre bom o que pensa minha amiga querida e atenta. Compartilho com vcs…” T.
“Meu texto de hoje em Zero Hora:
Loucos de cara
Toda essa gente nas ruas me dá um nó na garganta. Eu sei que, sendo escritora, tenho uma certa tendência à utopia, mas um começo sempre é um começo, e andar é melhor do que ficar parado. As passagens baixaram em três capitais, e olha que – tirante Porto Alegre, que vem gritando há mais tempo – São Paulo e Rio saíram às ruas há cerca de uma semana. E as passagens baixaram.
Para aqueles que dizem que falta foco e falta liderança, eu peço apenas que vejam o que essa gente nas ruas já conseguiu. Alguém lembra de uma redução nas tarifas de transporte público? Isso deve ter sido gritado em muitos palanques eleitorais por aí afora, mas só quando foi gritado nas ruas – por gente de todos os tipos, trabalhadores, profissionais liberais, estudantes, mães, avós – foi que realmente aconteceu. Um movimento plano, com um poder viral impressionante, e sabe por quê? Porque somos um país de “loucos de cara” (e, Vitor Ramil, me perdoe a licença do uso dessa música de chorar de tão linda, que eu acho um hino à essa gente se manifestando).
Sou absolutamente contra as depredações. Sou contra qualquer tipo de violência, como a que aconteceu na noite da última quinta-feira em Brasília, e em tantas cidades, inclusive Porto Alegre (lastimável o final grotesco de uma passeata tão bonita). Mas, o que ficou para mim nesta semana, e o que eu mostrei para os meus filhos quando assistimos juntos aos telejornais dos últimos dias, é que um povo honesto e trabalhador não pode ficar calado, não pode abaixar a cabeça e abrir os bolsos para sempre, enquanto uma pequena classe de representantes que não representam mais ninguém (e nem vou falar aqui do Feliciano) faz e acontece por aí. Se o Brasil tem futuro, ele está nessa gente andando pelas ruas das nossas cidades, essa gente pacífica, essa gente honesta e trabalhadora, pedindo um basta na corrupção, na violência urbana, na falta de educação e de saúde pública. Como diz a música do Vitor: “Se um dia qualquer, ter lucidez for o mesmo que andar, e não notares que andas o tempo inteiro. É sinal que valeu, pega carona no carro que vem, se ele é azul não importa, fica na tua.”
https://www.facebook.com/leticia.wierzchowski/posts/465820773509510=” ‘>
A pedido do Thiago, estamos postando este texto enviado pela Bruna Corrêa para ele, no final da nossa deliciosa temporada de Hamlet em POA. Em nome dele, agradecemos o carinho.
Equipe Digital Blá
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Bruna Corrêa 28 de maio de 2013 21:39
“Thiago,
não sei bem por onde começar. Não existe um começo, sou tua fã desde que me conheço por gente (tenho 18 anos, então não faz muito tempo, não). Lembro de assistir Terra Nostra ainda criança e de imitar o sotaque da Ana Paula Ambrósio falando contigo. Quer dizer, tu já é um ícone cultural pra mim desde pequena, principalmente porque sou gaúcha e tu já fizeste diversas adaptações cinematográficas e minisséries que se passaram aqui! Não sei se os outros estados sentem o mesmo (aposto que sentem), mas o RS nutre um apreço enorme pelos teus personagens, pelos sentimentos que nutres pelo nosso estado, pela tua carreira… tanto que muitos acham que tu és gaúcho! É porque tu és daquele tipo de pessoa que é, acima de tudo, brasileira, e que nutre por cada cultura uma certa simpatia, além de ser sociável e ser sempre tão querido com o teu público.
Resolvi te mandar essa mensagem depois da tua apresentação no Theatro São Pedro, interpretando Hamlet.
Thiago, eu nem sei o que te dizer, sinceramente.
Quando fui falar contigo, logo depois da peça, também não soube exatamente o que dizer.
Tem certas coisas que são difíceis de serem expressas em palavras.
Se tu pudesses ler meus pensamentos, eu poderia te mostrar o que eu quero dizer através de uma imagem mental ou da sensação que eu tive ao assistir a peça – e depois dela, principalmente.
E isso é impossível, infelizmente.
Mas vou tentar te explicar.
Eu me considero uma pessoa sensível. Geralmente as peças teatrais têm em mim uma repercussão de dias, semanas e meses. Ficam rodando na minha cabeça, inspirando-me, mudando minha visão sobre o mundo, emocionando-me diversas vezes. Tanto que, ao escrever isso, eu relembro de certas cenas extraordinárias da tua última peça, de algumas das falas (adaptadas), do modo como tu mudava a tua voz e te expressava com o corpo – extremamente ‘’cansado’’, melancólico, às vezes bruto, às vezes sensível, às vezes louco, às vezes completamente são, rancoroso no pensar e indeciso no fazer, mergulhado em questionamentos, ao mesmo tempo ocupado num plano de vingança, ao mesmo tempo mergulhado numa paixão, etc etc. Eu vi Hamlet ali, eu vi o Hamlet que eu imaginei desde pequena, quando li pela primeira vez, aos 12 anos. Nunca havia visto uma peça sobre a obra, e a tua me marcou imensamente.
A cena inicial, em que tu chegas com aquela roupa de carrasco, com aquelas luzes, aquele fundo, aquela música… aquele mistério, a sombra no rosto, o pouso das mãos… parecias uma caveira, um cavaleiro das trevas. Sinceramente, foi uma das cenas mais bonitas, ao meu ver.
E os outros atores, mesmo quando apenas figuravam as cenas, estavam sempre se mexendo, falando, gesticulando, sendo interessantes às suas maneiras, puxando para si parte da nossa atenção.
Era tudo tão mágico, tão intenso, tão belo… as falas, então, nem se fala! Mesmo as adaptações, os jogos de palavras, certas expressões modernizadas… puxa, tudo combinou! E além de dramática e de ter um certo ar gótico, ela ainda era extremamente engraçada!
Foi uma experiência visceral… ainda mais no Theatro S. P, que possui todo um histórico de eventos teatrais e é um patrimônio cultural da cidade.
Bom, Thiago, eu estudo no Colégio Militar de Porto Alegre, estou no terceiro ano do ensino médio. Já participei do Clube de Teatro do colégio, que fechou há dois anos. A gente chegou a fazer Romeu e Julieta, e foi uma sensação maravilhosa. Penso que a sensação de terminar uma temporada como essa, com uma resposta tão positiva do público e ainda por cima tendo a consciência de ter dado o seu melhor, deve ser extremamente prazerosa e relaxante, além de gratificante. Eu te saúdo de verdade, Thiago, porque a cada dia tu te consagras ainda mais como um excelente ator, como um dos melhores daqui, como alguém que consegue canalizar as emoções humanas, principalmente de personagens complexos (como Hamlet), que consegue passar ao público uma nudez emocional, toda uma subjetividade literária e torná-la compreensível (mais do que compreensível: palpável).
É incrível. Tu mostraste o coração do teu coração.
Senti que precisava te elogiar acerca disso. Tu mereces todo o sucesso do mundo, e eu desejo só o melhor para ti, tua família e amigos. És uma pessoa maravilhosa, foste super carinhoso e atencioso comigo, e por isso senti-me na obrigação de, ao menos, te prestar esses meus humildes agradecimentos. Continua sendo esse profissional humano, intenso, sensível e extremamente multifacetado que és e, assim que der, volta pro RS encenar, quem sabe, outras peças do Shakespeare – quem sabe Macbeth?
Um enorme abraço e, mais uma vez, meus parabéns pela atuação!
Bruna Corrêa, POA.”=” ‘>

Assinada por Jayme Monjardim, adaptação do romance épico de Erico Verissimo foi quase toda rodada no Rio Grande do Sul.
É no simbólico 20 de setembro que deve chegar aos cinemas O Tempo e o Vento, adaptação cinematográfica do romance épico de Erico Verissimo. A estreia está prevista para acontecer em quatro capitais: Porto Alegre, Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília.
— Mas nossa expectativa é que cidades como Bagé, que serviu de locação para o filme, tenham sessões de pré-estreia. Estamos ansiosos para inaugurar as novas salas de Pelotas — conta o coprodutor, Beto Rodrigues.
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